segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

A Cativa | Wulfric - livro 1


LIVRO NOVO


Selvagem, druida, assassino, rei… Wulfric teve muitas vidas. É o Mestre mais antigo, dono de um antiquário contíguo a uma igreja, um ponto de convergência entre mundos, o que faz dele também porteiro. Uma rebelião ameaça abrir uma passagem entre a Terra e o Inferno, e ele provavelmente terá de assassinar o responsável. Lúcifer. Teria sido mais simples matar a Cativa, duzentos anos atrás.


Esta história tem anjos, demónios, fadas, lobisomens, marinheiros russos, traições, pedras preciosas que são mais do que jóias, um crucifixo que sangra, pelo menos uma sociedade secreta, Lúcifer, Mefistófeles, um marquês que foi para o Inferno e se transformou num demónio nu e, é claro, Wulfric, o Mestre que vive com uma maldição aprisionada no sangue
.




Romance / Fantasia / Sobrenatural

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(clicar nos ícones para descarregar o livro ou um excerto)

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

ilustração #1

POSTERS
(ilustração digital , Photoshop)                                 (lápis e acrílico sobre papel com gesso)


Para comissões e perguntas, é só enviar mensagem através da página de contacto.

 imagens: Manuel Alves


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

em cada gesto

 imagem: Manuel Alves

Há pequenos gestos que nos levam o coração do peito para a mão, e nos fazem dizer “pega, leva-me em devoção cega e deixa-me ser emoção”.
O resto é vida, cada instante nunca bastante, cada desejo de vitória massacrado em batalha perdida. Não interessa a desilusão de todas as horas más, as lágrimas secam em tudo de bom que cada gesto traz.
É amor de viver e enfrentar o terror de perder. O futuro é caçador que nos abate se deixarmos de correr. Nem tudo tem de fazer sentido, muito menos as palavras que trocamos. Há que salvar silêncios e deixar um tesouro escondido naquele pensamento que calamos.
Um sorriso. Quando o mundo assusta, esse é o nosso aviso. Mostramos os dentes, mas com intenções diferentes. Não somos selvagens nem comboios desenfreados que ignoram os que esperam em todas as paragens. Somos vontades de rir, solitárias metades a querer-se unir.
E damos as mãos, breves toques de dedos que nos seguram contra a força do medo. Somos as lágrimas do dia de ontem que nos magoou muito cedo. Mas o tempo passou, a dor secou, fez-se tarde, e a ferida já não arde.
O que sentimos pelas pessoas é a vontade de coisas boas. As más vontades não são sentir, mas tristeza de existir. A recusa do toque humano é descrença na divindade maior, acto profano. Temos, em nós, os deuses da criação em eterna revolução. Só precisamos de dar voz às musas, mães de cada pensamento, acto e intenção. Nada de recusas que intimidem a resolução.
Lindo gesto, o teu. Este é o meu: “pega, leva-me em devoção cega e deixa-me ser emoção”.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A Cativa - excerto

BREVEMENTE
 imagem: Manuel Alves
A Cativa
WULFRIC
livro 1

Olá. O livro está mesmo quase, quase... certo, está bem, acabará por ser publicado a tempo de ser incluído na lista de prendas do Natal. Assim, aqui fica a sinopse e o primeiro capítulo.

SINOPSE:
"Selvagem, druida, assassino, rei… Wulfric teve muitas vidas. É o Mestre mais antigo, dono de um antiquário contíguo a uma igreja, um ponto de convergência entre mundos, o que faz dele também porteiro. Uma rebelião ameaça abrir uma passagem entre a Terra e o Inferno, e ele provavelmente terá de assassinar o responsável. Lúcifer. Teria sido mais simples matar a Cativa, duzentos anos atrás."

(capítulo 1)